sábado, 18 de fevereiro de 2012

O verdadeiro amor está na simplicidade


Como todos os anos poderia passar o ano novo na praia, mas como sempre faço opto pelos momentos em família. Sim! Eu troco os fogos de artifício, a beleza e o infinito do mar por uma simples mesa com toalha de natal rechiada por muito, mas muito amor. Só os loucos não fazem essa troca, pra mim vale muito mais um sorriso, um aconchego o amor familiar que uma noite de brilho, mas vazia de sentimentos. Se hoje eu tivesse que fazer um retrato de Amor, faria um montante de fotos de simplicidade. Fotografaria os meninos em sua infância jogando um futebol na grama apenas com a inocência e a felicidade de ser. Sem pensar, ou almejar nada além de um simples momento de brincadeira. Fotografaria um pai e uma criança que em seu amor paternal se uniam para passear na praça, fotografaria uma casa humilde com pessoas humildes, sem muitos ornamentos todos na cozinha uma toalha de mesa do natal, uma bela e farta ceia sobre a mesa, num canto em outra mesa os variados doces, e junto uma cesta cheia de frutas. Em volta dessa mesa que não cabe toda a família estão tios, primos, avós... Adultos, jovens crianças... Todos cobertos por uma alegria tão, mas tão sincera que seus olhos refletem amor, eles são o verdadeiro amor. Como disse anteriormente, sem ornamentos, os garfos e talheres nem combinam são a junção de uma casa com o outra, os pratos também cada qual de uma forma... Mas o que os torna único, o que os torna mais feliz e diferente de muitas famílias é o amor ali presente. Um amor que apoia, que se alegra com alegria do outro, que só sabe desejar o melhor. Aquele sentimento de amor sincero que só sabe dar quem ama e quem é amado. O amor não exige nada além de simplicidade. 

Forever Alone


Às vezes me pego tão solitária, tão egoísta: Eu minha música, minha tristeza, raramente minhas lágrimas, minha poesia e só. Tão só,  tão solo, sozinho. Forever Alone! Meu medo é de que seja assim pra sempre. Já entrei no estágio de solidão coletiva, aquela que estão todos ao seu redor, mas pra você é mesmo que não tivesse ninguém ali. Eu saio, estou com todos, me divirto, curto, bagunço... Mas ali no coração quem está sempre a me acompanhar a SOLIDÃO. A dama que me acompanha seja na noite, ou no dia. Nas mais variadas ocasiões como uma sombra a me perseguir na ausência do riso ela se manifesta. E revela aconteça o que acontecer eu sempre estarei aqui.


Conto-lhes


Ainda não saí do egoísmo que me cabe, e só a mim cabe dizer que não sei dizer outra coisa que não seja minha. Seja o que for se não for em primeira pessoa não serve. Serve lembrar que o EU é sempre singular. Minha singularidade não sabe se pluralizar. Assim vou vivendo meu egoísmo de ser, e SÓ somente ser EU. Ainda que pareça ser muito egoísta.

 Minhas sinceras desculpas por não poder e nem saber escrever contos. Conto-lhes de coração que ainda não adaptei minha pena à outras histórias. Trágico, ou não venho lhes dizer que o que escrevo é apenas uma extensão da minha vida. “A poesia que escrevo é minha, e eu faço dela o que quiser de mim.”

Por isso não lhes envio meus textos por email seria muito inconveniente ficar por aí mandando textos que falam exclusivamente de mim, seria arrogância demais achar que todos têm por obrigação concordar ou não com a minha vida, o que também não importaria, pois se já vivi o que haveria a se dizer?

Pois bem, este é um texto de sinceras desculpas por não ter AINDA, me adaptado e experimentado os vastos caminhos da escrita. No fundo é porque nas minhas histórias nunca foi boa em colocar finais, a ideia dos três pontos me parece mais  agradável que apenas um. 

Digo-lhes PARABÉNS por transformarem letras em sinfonias de vida, pelo menos pra mim apreciar tão bons textos é sem sombra de dúvida um excelente motivador a felicidade. Mesmo que o texto seja triste, a boa leitura transcende o que se está escrito, e ainda que seja estranho e morto o belo da construção e desenvolvimento os torna digno de orgulho e por consequência felicidade. Sois mui dignos dos meus aplausos.

Nem sempre estou como você me vê


Algumas vezes da minha vida, geralmente às mais frágeis e conturbadas tenho o hábito de não mostrar o que realmente estou passando. Tenho o costume de ter uma cara muito feliz e um coração muito triste. O motivo? Não sei acho que meu antepassado de dividir tristeza nunca foi muito bom, principalmente depois que eu falei e meus amigos começaram a chorar. Talvez tenha partilhado com os amigos certos o momento errado, porém desde então eu decidi não partilhar. Prefiro a cara feliz e um coração triste que nenhuma cara feliz e dois corações tristes.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Stand Up Comedy


Às vezes acho
Minha vida tão engraçada.
A única palhaça aqui
Sou eu!
Sou tão dramática!
No fundo sou romântica,
Bem no fundo sou romântica.
Estrelo uma tragédia!
No fim eu morro.
E eles?
Foram felizes para sempre!